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Esta grande estrada com 2300 quilómetros de comprimento sempre me fascinou, mas não sei explicar porquê. Terá sido por abrir “caminhos de civilização” a uma imensa Amazónia selvagem, ou por eu ser um q.b. “selvagem civilizado”?
Curiosamente, a rodovia Trans-Amazônica não começa na Amazónia, nas sim no extremo ocidental do mapa do Brasil, em Cabedelo, principal porto marítimo paraibano, no Oceano Atlântico, essencial para a vida e o comércio do estado da Paraiba, no nordeste brasileiro, distando seis quilómetros da linda cidade “onde o Sol nasce primeiro” de João Pessoa, o brasileiro que em sua homenagem foi colocado na bandeira negra e vermelha do estado um histórico “Eu NEGO” apoio ao general-presidente Washington Luís, 13º presidente do Brasil e último da “República Velha”, causando em 1930 uma revolução nacional vencedora sob o comando de Getúlio Vargas.
Cabedelo ainda conserva a Fortaleza de Santa Catarina construída pelos Portugueses em 1597 e o nome foi-lhe dado em homenagem a Dona Catarina, duquesa de Bragança, avó do 21º rei de Portugal D. João IV (1640).
Quem mandou iniciar a construção desta estrada, ora asfaltada, ora em terra batida, foi o presidente Emílio Garrastazu Médici, tendo sido inaugurada em 30 de Agosto de 1972.
Era para chegar até às fronteiras do Peru e Ecuador, mas penso que ainda não terá chegado lá por serem muitas as dificuldades e obrigar a um enorme dispêndio financeiro.
Diversos ecologistas brasileiros e estrangeiros consideram esta estrada como um atentado ao “pulmão do mundo” que é a Amazónia. E todos sabemos quantos crimes ecológicos estão ainda a serem cometidos nesta selva que vai perdendo a virgindade para satisfazer a gula do Homem, o progresso e as riquezas comerciais e industriais que todos procuram para fazer mais dinheiro mesmo que seja a adoentar e matar o planeta.
É uma “estrada de aventura” para os possuidores de viaturas com tracção às quatro rodas (jeeps), veículos “off.road”, até porque entre Outubro e Março é quase impraticável.
Saindo de Cabedelo, a transamazônica passa por Patos, Picos, Floriano, Pastos Bons, Balsas, Estreito, Araguatins, Marabá, Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Humaitá, Labrea, Boa Vista e o município de Benjamim Constant próximo da fronteira com o Peru, que já existia em 1750 na foz do rio Javari, afluente do peruano e brasileiro Solimões, onde se localiza a aldeia índia dos Ticunas fundada pelos Jesuítas.
A BR-230 atravessa os estados de Paraíba, Piauí, Maranhão, Paraná e Amazónia.
Na foto abaixo o Forte de Santa Catarina:
Curiosamente, a rodovia Trans-Amazônica não começa na Amazónia, nas sim no extremo ocidental do mapa do Brasil, em Cabedelo, principal porto marítimo paraibano, no Oceano Atlântico, essencial para a vida e o comércio do estado da Paraiba, no nordeste brasileiro, distando seis quilómetros da linda cidade “onde o Sol nasce primeiro” de João Pessoa, o brasileiro que em sua homenagem foi colocado na bandeira negra e vermelha do estado um histórico “Eu NEGO” apoio ao general-presidente Washington Luís, 13º presidente do Brasil e último da “República Velha”, causando em 1930 uma revolução nacional vencedora sob o comando de Getúlio Vargas.
Cabedelo ainda conserva a Fortaleza de Santa Catarina construída pelos Portugueses em 1597 e o nome foi-lhe dado em homenagem a Dona Catarina, duquesa de Bragança, avó do 21º rei de Portugal D. João IV (1640).
Quem mandou iniciar a construção desta estrada, ora asfaltada, ora em terra batida, foi o presidente Emílio Garrastazu Médici, tendo sido inaugurada em 30 de Agosto de 1972.
Era para chegar até às fronteiras do Peru e Ecuador, mas penso que ainda não terá chegado lá por serem muitas as dificuldades e obrigar a um enorme dispêndio financeiro.
Diversos ecologistas brasileiros e estrangeiros consideram esta estrada como um atentado ao “pulmão do mundo” que é a Amazónia. E todos sabemos quantos crimes ecológicos estão ainda a serem cometidos nesta selva que vai perdendo a virgindade para satisfazer a gula do Homem, o progresso e as riquezas comerciais e industriais que todos procuram para fazer mais dinheiro mesmo que seja a adoentar e matar o planeta.
É uma “estrada de aventura” para os possuidores de viaturas com tracção às quatro rodas (jeeps), veículos “off.road”, até porque entre Outubro e Março é quase impraticável.
Saindo de Cabedelo, a transamazônica passa por Patos, Picos, Floriano, Pastos Bons, Balsas, Estreito, Araguatins, Marabá, Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Humaitá, Labrea, Boa Vista e o município de Benjamim Constant próximo da fronteira com o Peru, que já existia em 1750 na foz do rio Javari, afluente do peruano e brasileiro Solimões, onde se localiza a aldeia índia dos Ticunas fundada pelos Jesuítas.
A BR-230 atravessa os estados de Paraíba, Piauí, Maranhão, Paraná e Amazónia.
Na foto abaixo o Forte de Santa Catarina:
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Texto: Marques Pereira
Foto: A.N.I
Webmaster: Paula Medeiros
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